Zembrin

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Uso Oral

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Controlado

Sim

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Indicação

Diminui a compulsão alimentar associada a ansiedade e estresse. Atenua os sintomas da TPM. Zembrin® é indicado para pessoas que sofrem de compulsão alimentar e TPM, pessoas ansiosas e estressadas. Estudos clínicos em humanos comprovam que Zembrin® melhora o humor, cognição, a qualidade do sono e diminui de forma natural os sintomas da ansiedade e depressão.

Posologia

Com base nos estudos de eficácia, a dose recomendada Zembrin® é de 8mg a 25mg, 1x ao dia. Os efeitos clínicos geralmente são relevantes a partir da 3a semana de uso contínuo. Pacientes que não responderem em até 6 semanas com a dose mínima (8mg/dia), podem ter a dose reajustada para até no máximo 25mg/dia.

Interações medicamentosas

Não informado.

Não informado.

Não informado.

Não informado.

Análises químicas revelam que Zembrin® apresenta níveis e tipos de diferentes de alcalóides inclusive: mesembrenol, mesembrenona, mesembrina e Mesembranol. Estas substâncias agem sinergicamente no SNC inibindo a recaptação da Serotonina e o transportador de Inibição seletiva da enzima fosfodiesterase do tipo 4 promovendo o alivio rápido e eficaz dos sintomas do estresse e ansiedade, melhora a disposição, o humor e a cognição (HARVEY et al., 2011; JEFFS et al., 1970). Zembrin® é um ingrediente botânico inovador, patenteado, clinicamente comprovado para melhorar o humor, a função cognitiva e diminuir a ansiedade e tensão. Zembrin® é composto pelo extrato padronizado de Sceletium tortuosum, uma planta de origem Sul-Africana, que vem sendo utilizado a mais de 300 anos por povos indígenas, para alivio da fome, fadiga e melhora do humor, e pelos os seus efeitos sedativos, incluindo o seu uso terapêutico na diminuição da ansiedade e sintomas de depressão (KOLBEN, 1738; GERICKE, 2008). Zembrin® apresenta um perfil fotoquímico patenteado e um duplo mecanismo de ação. Equipe de médicos e neurocientistas têm avaliado minuciosamente o mecanismo de ação e segurança de Zembrin® através de estudos in vitro, in vivo, em tratamentos agudos e sub-crônicos. De origem natural e benefícios apoiados por validação científica clínica, com dados clínicos formais de segurança humana, in vivo e in vitro, mais de 300 anos de uso histórico publicado, Zembrin® oferece benefícios significativos na melhora do humor e bem-estar, melhora da ansiedade e aumento da função cognitiva em pessoas saudáveis que sofrem de transtorno alimentar, ansiedade, tensão e TPM. Propriedades • Zembrin® diminui os sintomas deletérios relacionados ao estresse e ansiedade que levam a compulsão alimentar e pioram os sintomas da TPM; • Zembrin® é clinicamente comprovado na diminuição da ansiedade e tensão. • Possui estudos de eficácia e segurança em humanos; • Efeito no SNC similar aos medicamentos da classe dos Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS), mas de forma natural e sem os efeitos deletérios que estes medicamentos ocasionam; • Zembrin® é um extrato botânico padronizado, desenvolvido por médicos e neurocientistas; • Zembrin® é clinicamente comprovado na melhora do humor e função cognitiva, e diminuir o déficit de atenção causado pela ansiedade, depressão e estresse;

Dossiê Técnico Zembrin® do fornecedor Iberoquimica para o mercado magistral. http://www.site.med.br/fmfiles/index.asp/::XPRM::/news/tpm_apoio_aos_pacientes_news_med_br.pdf - último acesso: 11.04.2014 Cashman JR, Voelker T, Johnson R, Janowsky A. Stereoselective inhibition of serotonin re-uptake and phosphodiesterase by dual inhibitors as potencial agents for depression. Bioorg Med Chem, 2009; 17:337-343. Chiu S., et al. Randomized controlled study of Sceletium tortuosum (Zembrin®), prototypal Phosphodiesterase subtype-4 (PDE-4) modulator on cognition in healthy adults: implications for targeting PDE-4 in Alzheimer ´s Dementia. Status: Paper submitted for peer review. 2013 – abstract: http://www.psychiatry.meduwo.ca/dir/linkdocs/Oral%20Presentations_Research%20Day_June%202013.pdf Fujita M, Hines CS, Zoghbi SS, Mallinger AG, Dickstein LP, Liow JS et al. Downregulation of brain phosphodiesterase type IV measured with 11C(R)-rolipram positron emission tomography in major depressive disorder. Biol Psychiatry, 2012; 72:548-554. Gericke N, Viljoen AM. Sceletium – a review update. J Ethnopharmacol. 2008; 119(3):653-663. Halene TB, Siegel SJ. PDE inhibitors in psychiatry – future options for dementia, depression and schizophrenia? Drug Discov Today, 2007; 12:870-878. Harvey AL, Young LC, Viljoen AM, Gericke NP. Pharmacological actions of the South African medicinal and functional food plant Sceletium tortuosun and its principal alkaloids. J Ethnopharmacol, 2011; 137:1124-1129. Jeffs PW, Allmann G, Campbell HF, Farrier DS, Ganguli G, Hawks RL. Alkaloids of Sceletium species. III. The structures of four new alkaloids from Sceletium strictum. Journal of Organic Chemistry, 1970; 35:3512-3518. Kim MJ, Loucks RA, Palmer AL, Brown AC, Solomon KM, Marchante AN et al. The structural and functional connectivity of the amygdala: from normal emotion to pathological anxiety. Behav Brain Res. 2011; 223:403- 410. Kolben P, Medley G. The present state of the cape of good-hope. London, UK: Printed for W. Innys and R. 1738, Vol.1, 2nd ed. Manby. Nabi H, Kivimaki M, Batty GD, Shipley MJ, Britton A, Brunner EJ, Vahtera J, Lemogne C, Elbaz A, Singh-Manoux A. Increased risk of coronary heart disease among individuals reporting adverse impact of stress on their health: the Whitehall II prospective cohort study. European Hearth Journal, 2013, doi:10.1093/eurheartj/eht216. Nell H. Hons M, Siebert M, Chellan P, Gericke N. A randomized, double-blind, parallel-group, placebo-controlled trial of Extract Sceletium tortuosum (Zembrin) in healthy adults. J Altern Complement Med. 2013; 19(11):898- 904. Pappe L. Florae Capensis Medicae Prodomus. An enumeration of South African Indigenous plants used as remedies by the colonists ofo the cape of good hope. 1868, 3rd edn. W Brittain: Cape Town, South Africa. Perez-Torres S, Miro X, Palacios JM, Cortes R, Puigdomenech P, Mengod G. Phosphodiesterase type 4 isozymes expression in human brain examined by in situ hybridization histochemistry and[3H]rolipran binding autoradiography. Comparison with monkey and rat brain. J Chem Neuroanat, 2000; 20:349-374. Pingle A, Browning M, Cowen PJ, Harmer CJ. A cognitive neurophychological model of antidepressant drug action. Prog Neurophychopharmacol Bol Psychiatry, 2011; 35:1586-1592. Sergerie K, Chochol C, Armony JL. The role of the amygdala in emotional processing: a quantitative meta- analysis of functional neuroimaging studies. Neurosci biobehav Rev. 2008; 32:811-830. Smith C. The effects of Sceletium tortuosum in an in vivo model of psychological stress. J Ethnopharmacol, 2011; 133:31-36. Smith MT, Crouch NR, Gerick N, Hirst M. Psychoactive contituents of the genus Sceletium N.E.Br. and other Mesembryanthemaceae: a review. J Ethnopharmacol, 1996, 50:119-130. Terburg D, Morgan BE, Montoya ER, Hooge IT, Thornton HB, Hariri AR et al. Hyper-vigilance for fear after basolateral amygdala damage in humans. Translational Psychiatry. 2012; 12:e115. Terburg D, Syal S, Rosenberger LA, Heany S, Phillips N, Gericke N, Stein DJ, van Honk J. Acute Effects os Sceletium tortuosum (Zembrin), a Dual 5-HT Reuptake and PDE4 Inhibitor, in the Human Amygdala and its Connection to the Hypothalamus. Am Col Neuropsychopharmacology, Aug. 2013, 38: 2708-2716- doi:10.1038/npp.2013.183. Walker DL, Toufexis DJ, Davis M. Role of the bed nucleus of the stria terminalis versus the amygdala in fear, stress, and anxiety. Eur J Pharmacol, 2003; 463:199-216. Ye Y, Jackson K, O ´Donnell JM. Effects of repeated antidepressant treatment of type 4A phosphodiesterase (PDE4A) in rat brain. J Neurochem, 2000; 74:1257-1262.

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