Dexametasona

Administração
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Uso Oral

Icone princípio ativo controlado
Controlado

Sim

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Indicação

A Dexametasona possui efeito anti-inflamatório e imunossupressor bem conhecido e muito utilizado na clínica médica. É indicada em numerosas doenças, dentre elas na prevenção da síndrome de membrana hialina (aceleração da membrana pulmonar fetal), no tratamento da síndrome de angústia respiratória em adultos devido à insuficiência pulmonar pós-traumática e como coadjuvante no tratamento do choque associado com reações anafiláticas. Sua débil propriedade mineralocorticóide faz da Dexametasona o produto adequado para tratar edema cerebral e para suprimir a secreção de corticotrofina na hiperplasia renal congênita. Ela também é usada no teste de supressão para o diagnóstico da Síndrome de Cushing. É selecionável quando se deseja um corticóide de ação prolongada. Para administrar esse glicocorticóide parenteralmente nas terapias intensivas ou em emergências, o éster de fosfato dissódico é recomendado intravenosa ou intramuscularmente ou, ainda, por infusão. A Dexametasona não deve ser usada em estados de deficiência adrenal para a qual sua fraca capacidade de retenção de sódio a torna menos adequada do que a Hidrocortisona com Fludocortisona suplementar. A Dexametasona tem pouco ou nenhum efeito sobre a retenção de sódio e água.

Posologia

500mcg a 9mg de Dexametasona por dia pela via oral em uma única dose ou fracionada em várias doses. Crianças - podem ser dados 23,3mcg/Kg ou 0,67mg/m2 ao dia, divididos em 3 doses. No teste da Síndrome de Cushing, pode ser dado 1 mg pela via oral em uma única dose a noite ou pode ser dado 0,5mg a cada 6 horas durante 48 horas.

Interações medicamentosas

Não informado

Conforme indicado para os corticosteróides em geral. Foram relatadas reduções nas concentrações séricas de Dexametasona provocadas pela Fenitoína. Em contrapartida, tem sido relatado que a Dexametasona aumenta e reduz as concentrações séricas de Fenitoína. Quando aplicada topicamente, particularmente em áreas extensas, em peles quebradiças ou sob oclusão, os corticosteróides podem ser absorvidos em quantidades suficientes para causar efeitos sistêmicos. Em crianças e adolescentes, o tratamento crônico com Dexametasona pode produzir inibição do crescimento tanto nas doses fisiológicas quanto farmacológicas. Considerar que a Dexametasona aumenta o risco de infecção durante o tratamento; em pacientes geriátricos e pediátricos, aumenta o risco de reações adversas. Não foram descritos problemas na lactação com doses fisiológicas baixas, porém doses maiores são excretadas pelo leite materno e podem causar redução do crescimento de crianças e inibição da produção de esteróides andrógenos.

Não informado

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1. Martindale, The Extra Pahrmacopoeia, 31th edition, 2000. 2. P.R. Vade-Mécum 2001/2002. 3. TRISSEL, L. A. Stability of Compounded Formulations, 2nd edition, 2000.

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