Benzobromarona

Administração
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Uso Oral

Icone princípio ativo controlado
Controlado

Sim

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Indicação

Age primariamente inibindo a reabsorção do ânion urato pelas células epiteliais do túbulo contorcido proximal, aumentando desta forma a excreção de ácido úrico.
Entre as drogas uricosúricas, que aumentam a excreção urinária de ácido úrico, a mais eficaz é a benzobromarona. Na prática clínica tem mostrado ser a única droga capaz de alcançar meta no tratamento de hiperuricemia em curto e médio prazos.

Posologia

É recomendado que seja utilizado 50 a 200mg.

Interações medicamentosas

Não deve ser ministrado concomitantemente com:

Alopurinol: aumento da eliminação renal de ácido úrico e das concentrações séricas de alopurinol (aproximadamente 50%).
Aspirina: redução de eficácia de benzobromarona em até 50%.
Outros salicilatos também antagonizam o efeito da benzobromarona.
Oxipurinol: ligeira redução da meia-vida da benzobromarona (em doses de 20mg). Esta interação não é significativa com doses maiores de benzobromarona.
Pirazinamida: redução da atividade uricosúrica da benzobromarona. Perda da eficácia deste fármaco.
Álcool: observou-se cristalúria (uratos) seguida de nefropatia aguda por ácido úrico; esta interação provavelmente ocorre frente a consumo excessivo de álcool.

Uso Adulto

Deve-se ter cuidado em pacientes com história de litíase renal, e se utilizada deve acompanhar aumento da ingesta hídrica e da diurese. Está contraindicada em pacientes com insuficiência renal e/ou hepatopatia, uma vez que pode ser hepatotóxica.

Contra indicado para gestantes e lactantes e para pacientes sensíveis a esse ativo. Deve-se ter cuidado em pacientes com história de litíase renal, e se utilizada deve acompanhar aumento da ingesta hídrica e da diurese. Está contraindicada em pacientes com insuficiência renal e/ou hepatopatia, uma vez que pode ser hepatotóxica.

Antes de desenvolver o seu produto manipulado, peça orientação para um (a) profissional. Assim, você conseguirá obter melhores resultados e com mais segurança.

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atípicas, novos tratamentos e risco cardiovascular. Revista Brasileira de medicina,
Numeração de páginas na revista impressa: 18 à 24, consulta pela internet em
22/03/2013.

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